Patrimônio da arte cemiterial e primeiro da cidade, o Cemitério da Consolação foi fundado em julho de 1858. Abriga uma verdadeira galeria mostrando o poder econômico do ciclo cafeeiro. Nele, o engenheiro/arquiteto Francisco de Paula Ramos de Azevedo deixou obras como a capela e o portal da entrada principal.

Nas alturas da Avenida Paulista, cerca de 800 metros mar acima, podem-se observar projetos arquitetônicos modernos e antigos. A via, construída em 1891, foi espaço dos bondes no início do século XX e a primeira asfaltada da cidade. Hoje, é a mais procurada para manifestações.
Serve de mirante para os bairros tombados, Pacaembú e Jardins, assim como para o vertiginoso declive da Avenida Nove de Julho. Oferece no seu trajeto obras de arte - mais uma galeria a céu aberto - com trabalhos de Victor Brecheret, Francisco Leopoldo e Silva, Francisco Brennand, Calabrone, Luiz Brizzolara e Lilian Amaral.
